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Qual é o custo de um trabalhador para uma empresa?

O seu próprio negócio chegou a uma fase em que o crescimento e expansão só é possível com a entrada de mais um colaborador? Caso tenha respondido afirmativamente saiba que, antes de avançar com a contratação, em primeiro lugar, é importante analisar com cuidado a estrutura de custos do seu negócio próprio.

Pois, se por um lado é indiscutível que são as pessoas que movem os empreendimentos e são o bem mais valioso do seu negócio próprio, a realidade mostra que gastos muito elevados com recursos humanos podem ser inimigos de uma boa gestão.

Ou seja, os trabalhadores do seu negócio próprio representam uma das maiores parcelas na lista de custos fixos, sendo, por isso, imprescindível avaliar o custo global de um novo trabalhador no seu negócio próprio, de forma a evitar cenários de despedimentos posteriores por maus cálculos.

Para isso, vamos ajudá-lo a calcular o custo mensal e anual de um trabalhador no seu próprio negócio:

Salário

Para efeitos de cálculo, assumimos que o referido trabalhador do seu negócio próprio terá de um salário bruto de 1200 €. Para calcular o valor de mobilização necessário ao seu negócio próprio anualmente no que respeita a salários deverá multiplicar este valor por 14 (meses) e dividi-lo posteriormente por 12, apurando assim o seu custo médio mensal e cada um dos subsídios de férias e Natal (o mesmo cálculo será feito para a SS e Seguro de Acidentes de Trabalho).

Exemplo: 1.200€ x 14 = 16.800€ / 12 = 1.400€

Contribuições para a Segurança Social

No total, a TSU corresponde a 34% do salário bruto, sendo que cabe ao seu negócio próprio pagar uma taxa de 23% e aos trabalhadores pagam os restantes 11%.

No exemplo: 1.200€ x 23% = 276€

276€ x 14 = 3.864€ / 12 = 322€

Seguro de Acidentes de Trabalho

O seu negócio próprio terá obrigatoriamente que suportar este custo, independentemente da dimensão e número de trabalhadores e, em média, pode rondar 1% dos rendimentos globais a segurar

Exemplo: 1.200€ x 1% = 12€

12€ x 14 = 168€ / 12 = 14€

Subsídio de Alimentação

O limite de isenção de incidência de IRS e de TSU do subsídio de refeição depositado em conta juntamente com o ordenado é de 4,27 euros por dia, enquanto o limite daquele pago sob a forma de cartão bancário pré-pago (cartões refeição) é de 6,83 euros antes de ser sujeito a impostos. Para o empreendedor chegar ao valor anual que respeita este subsídio, apenas necessita de multiplicar uma média de 21 dias de subsídio de alimentação por mês durante 11 meses (aqui não entra o mês de férias).

Exemplo (depósito conjunto com ordenado):

4,27€ x 21 dias úteis = 89,67€ x 11 meses = 986,37€ / 12 = 82,20€

No exemplo (cartão refeição):

6,83€ x 21 dias úteis = 143,43€ x 11 meses = 1.577,73€ / 12 = 131,48€

Custos complementares

O empreendedor não pode esquecer que existem sempre custos extra que deverão ser levados em conta, como aqueles afetos a formação, medicina no trabalho, auditorias, etc.

Contas finais

Custo médio mensal (considerando o uso de cartão de alimentação): 1.867,48€

Custo anual total: 22.409,76€

Após calcular o custo de um funcionário para o seu negócio próprio, o empreendedor deve então avaliar se pretende, ou não, expandir a equipa de trabalho.

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