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Capital próprio ou emprestado. Qual a melhor opção?

Para quem ainda não criou o próprio negócio, por vezes é difícil tomar a iniciativa e empreender. Mais ainda quando não se tem capitais próprios disponíveis. E apesar do sucesso de um negócio próprio depender muito da organização do empreendedor e do seu conhecimento sobre o mercado, é fundamental ter capital para estruturar o negócio e mantê-lo.

Porém, esse capital nem sempre existe. E uma das soluções passa por contrair um empréstimo. Mas será essa uma boa opção? Ou qual é, afinal, o melhor caminho? Capital próprio ou emprestado?

É lógico que, caso o empreendedor possua dinheiro disponível para criar um negócio próprio, essa será, à partida, a melhor opção.

O uso de capitais próprios permite que o empreendedor crie o seu empreendimento sem riscos de não conseguir pagar os seus empréstimos.

No entanto, esta opção proporcionará para o negócio próprio um crescimento orgânico, ou seja, resultado somente da produção e das vendas. Com isso, o investimento fica limitado ao montante de capital investido pelo empreendedor e os seus sócios.

Ao criar um negócio próprio com recursos próprios, os sócios terão que determinar a relação entre o capital investido e os direitos e obrigações proporcionais de cada um. Isto exige uma relação harmoniosa entre as partes, para evitar conflitos que possam afetar a gestão da empresa.

Por outro lado, se o empreendedor tem em vista um projeto que acredita ser viável e rentável, e a única alternativa é investir com capital de terceiros, então não há outra hipótese. O empreendedor apenas tem que avaliar se o custo do empréstimo, ou seja, se o juro que vai pagar é inferior ao retorno do investimento que vai realizar.

Caso os juros sejam superiores ao retorno do investimento, é preferível não avançar, pois corre um grande risco de não conseguir cumprir com as suas obrigações.

Além disso, o capital de terceiros pode proporcionar um crescimento acelerado do negócio próprio, alavancando os lucros.

Como não tem relação com os sócios e a distribuição de dividendos, este capital traz mais estabilidade e previsibilidade para o plano de negócios porque proporciona um fluxo de capital estável.

Por não estar associado ao lucro e distribuição de dividendos, não traz questões jurídicas e societárias, sendo apenas uma opção financeira e estratégica.

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